Cartilha leva informações sobre violência obstétrica às mulheres

A violência contra a mulher, em âmbito doméstico e familiar, tem sido amplamente debatida desde a criação da Lei Maria da Penha, em 2006. Oito anos depois, a Defensoria Pública de São Paulo e algumas organizações sociais realizam esforços para colocar na agenda dos direitos humanos um tipo de violência contra a mulher ainda pouco debatido no Brasil.


A chamada Violência Obstétrica pode ocorrer durante a gestação, parto ou no momento pós-parto. Caracteriza-se pela apropriação do corpo e dos processos reprodutivos das mulheres por profissionais de saúde, através de tratamento desumanizado, abuso de medicalização e patologização dos processos naturais, causando a perda da autonomia e capacidade de decidir livremente sobre seus corpos na sexualidade.


Para levar informações às mulheres em todo o estado de São Paulo – com o objetivo de prevenir, punir e erradicar a violência obstétrica -, a Defensoria preparou um material educativo que será distribuído pela capital e outros municípios.


As ações são organizadas pelo Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria, Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e a Ong Artemis.


Clique aqui para acessar o material informativo.

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